segunda-feira, 16 de julho de 2012
Ignorada toda a manhã, ok, sem drama, como ele diz, não devo nada pra ele, acabou. Porém, ele tá com meu coração, ok ok, sem muitos awns, sem muita melação, mas que falta de consideração. Desviando o olhar, a manhã inteira, ficando braba com carinho de ambos, fazer oque... ? Todo mundo têm sua paixãozinha de infância, todo mundo acaba sofrendo um dia por causa do tal amorzinho, aquele louco amor que não dá certo, e que agente acaba se acostumando, na verdade, não sei dizer se foi melhor me acostumar viver sem ele, ou se era melhor eu ter continuado "sofrendo" por ele, mas, eu me acostumei, logo logo surge do mesmo: "eu te amo" "quer namorar comigo?" Bom, eu tive outros relacionamentos em meio tempo, gostei bastante de quem eu realmente me dediquei, sim, isso vale pro dudu e pra carol, que hoje são meus amigos... Mas oque ele me deixa mais triste é saber que eu perdi uma grande amizade com isso tudo, perdi assuntos até ás 3h da manhã sobre familia/relacionamento e por aí vai, mas é isso aí, a vida segue em frente e vamo que vamo !
domingo, 15 de julho de 2012
Metade de mim te deseja a todo instante, a outra te quer o mais distante. Metade de mim é louca por ti, a outra não te suporta. Metade de mim te quer de volta, a outra quer que você suma de uma vez. Metade de mim morre de saudade, a outra nega qualquer sentimento que possa existir. Metade de mim te ama, a outra diz que te odeia. Metade de mim te esperaria uma vida se preciso, a outra se recolhe, chora baixinho, porque sabe que esperar demais cansa. Metade auto-suficiente.
sábado, 14 de julho de 2012
“Meus romances nunca deram certo, e deve ser por
isso que eu condeno todos. Deve ser por isso que eu condeno o amor: por
ser um fracassado no quesito amar. Não me abalo, talvez, mas me perco.
Eu nunca tive coragem de falar com a minha paixão de metro, e a
paixonite que tive no ônibus semana passada foi tão passageira que
sequer a vejo no ponto esperando o ônibus. Acho que me condeno por nunca
ter sido o suficiente para alguém, e de alguma forma, me condeno também
por nunca ter me dirigido àlguém com uma inteira vontade de viver ao
lado. Amor é querer, é estar, é prestar, é dar. Dar, mesmo quando não se
tenha nada. Amor é querer. Um beijinho, mas querer. Amor é prestar.
Prestar atenção em cada detalhe, em cada sinalzinho de tristeza ou
felicidade. Amor é imensidão. Imensidão que eu nunca senti - deve ser
por isso que sou assim… Meio desgostoso com tudo -. Desculpa, é que faz
falta ter alguém. Alguém pra compartilhar e estar junto. Não por
carência. Não pra tapar buracos de problemas anteriores. Não por estar
sem opções… Por ter mesmo, simplesmente. É bom ter alguém e faz tempo,
anos, que eu não vejo um pinguinho de amor me rondando. Devo condenar a
vida por isso? Claro que não. Amanhã pode ser meu dia de sorte, mas
provavelmente não seja. É sempre a mesma monotonia de sempre e o que me
salva é o meu cachorro. Eu durmo e finjo que vivo, pois viver não está
no meu roteiro. Eu culpo a vida por meus amores mal resolvidos, mas a
quem eu devo culpar quando me apaixonar perdidamente por alguém? Ao
destino? Não… Ao amor mesmo. Amar é isso: se jogar sem saber onde irá
cair, mas amor de vida, não de semana. Eu me culpo por ser assim… Tão
desproporcional àlguém. Mas eu tenho esperanças, afinal, até panela tem
sua tampa.”
Eu quero meu lugar. Eu quero pensar se ninguém pra me atrapalhar. Eu
sinto sua falta, mas quero ficar só, para pensar. Os desejos do meu
coração infelizmente não coincidem com os da minha mente, isso me faz
pensar muito e sair um pouco da realidade. Meu coração te quer aqui,
quer sentir seu abraço, seu beijo, quer seu cheiro. Já minha mente tem
medo de se apegar demais e você decidir partir, ela tem medo de se
afogar em lembranças que jamais se repetiram. lembranças em
certas circunstâncias só servem para afogar o coração e alimentar a
mágoa.
“Acho que, um dia poderei conversar durante horas com você, olhando nos
teus olhos. Vou poder te dizer que você salvou a minha vida. Vou poder
te contar que eu contei os dias, horas e até os minutos pra te ver. Vou
poder te contar que eu já briguei e fui contra o mundo, simplesmente por
você, porque era você. Vou poder te falar que eu sou apaixonada pelo
teu jeito. Vou te falar como o toque das suas mãos são exatamente feitos
pra mim. Sua mão se encaixa perfeitamente na minha. Te dava uma mão, te
dava a outra. Te daria até uma terceita se tivesse, porque eu confio em
você e quando tuas mãos tocarem nas minhas já não me importa mais o que
está acontecendo no mundo e se eu tenho medo. Aliás, esse tal de medo
existe quando você está perto de mim? O único medo que eu tinha, tenho e
sempre vou ter é o medo de te perder. Vou poder te falar que quando eu
estava indo em sua direção e você abria os braços pra mim, era como se…
nada mais me importasse, sabe? Eu só tinha, e tenho vontade de correr o
mais rápido que eu pudesse pros teus braços e ficar ali. Ah, teus
abraços! Eu nunca vou te contar o efeito que estes tem sobre mim. Ele é
meio que um “ponto de equilíbrio”, que me tira todas as coisas ruins
daqui de dentro que eu tenho quando você não vem como saudade, medo,
angústia, tristeza, dor, nostalgia, e substitui por sorrisos, por
felicidade, alegria, paz… Preenche de você e eu posso me sentir tão
completa. Nunca vou te contar que eu amava quando você, ainda com os
braços jogados meio que em cima dos meus ombros, ficava falando
besteira, contando piadas sem graças e até tentando me deixar irritado.
Mal sabia você que eu me apaixonava ainda mais por você com cada palavra
que saia da tua boca. Vou te contar que eu sou extremamente e
completamente apaixonada Vou poder te contar como o teu sorriso tem o
poder de me fazer sorrir também. Você sorri, eu sorrio. Eu meio que, sou
dependente dos teus sorrisos pra ficar bem. Pra poder sorrir. Não há
nada nesse mundo que me faça desistir de você, porque eu te amo e sinto a
sua falta, mais do que qualquer pessoa. Só queria te ver, te abraçar e
ouvir você dizendo “to aqui, tá tudo bem agora…”
Feia, gorda, ridícula, e com textos sem nexo, onze anos, sofrendo por amor, aonde já se viu, pergunta a mãe apavorada com os recentes atos da menina, pulsos cortados, pernas cortadas, olhar ferido, tudo por causa de um ocorrido, tudo por causa dele, ele, que é tão meu, porém, eu ainda não me acostumei, bom, você deve estar pensando "olha, já vai ela trocar de assunto novamente" na verdade, tudo isso faz parte de mim, só que são assuntos tão separados, mas enfim, volta a babaca pro texto sem nexo...
Sou fraca o suficiente pra ver um carinho de outra qualquer e me trancar no banheiro aonde quer que seja pra chorar, desabafar comigo mesma, as vezes, fico triste comigo por não ser boa o suficiente pra ser melhor que as amiguinhas dele, sim, sou ciumenta, de mais, talvez, por que agora ele é meu.
Chorar não me faz feliz, e não pensem que me cortar me faz feliz, porém, realmente me alivia, não que eu seja uma louca que queira ver sangue e tal, não, só por que eu sou ridicula, por que eu sou tão retardada, brigo comigo mesma as vezes por ser fraca e não conseguir perder manias do tipo, escutar alguma musica e chorar, ou principalmente, não aceitar uma despedida, seja ela qual seja, de um ente querido, ou de um amigo afastado, bom, desde pequena aprendi viver eu e minha mãe em um apartamento pequeno enquanto ela ia trabalhar e eu ficava na creche, morrendo de saudades dela e chorando enlouquecidamente como quando tiram um doce de uma criança, meu pai não foi um bom pai, digamos assim, bom, eles se separaram quando eu tinha 3 anos, todo mundo pensando "ah, ela não entende" sim, eu entendia, era um dos principais motivos de eu ser tão seca hoje em dia, minha mãe reclama que eu não sou carinhosa e estou sempre no mundo da lua, bom, após a saida super do nada do meu pai de casa, minha mãe chorava toda noite e eu com toda inocencia deitava na cama ao lado dela e falava "mamãe, tudo vai ficar bem". Meus avós sempre tão próximos, principalmente meu avô, que ocupou repentinamente o cargo de "pai". Passam anos e do nada, surge uma noticia, um tumor no cérebro que abala a familia, que abala principalmente a mim, que sempre fui tão dedicada a ser super carinhosa e fazer tudo oque ele pedia, não sei passar um almoço ou um dia sem ligar pra casa da minha avó pra ouvir a voz dele e saber se ele está bem, bom, quase sempre, ele fala que está tudo bem e pergunta como foi o meu dia, mas é dificil eu passar um dia ou não ir almoçar na minha avó apenas pra ficar o observando, bom, teve uma época, que pra mim foi uma das piores, quando ele não conseguia caminhar e pra tudo dependia das minhas tias ou da minha avó, fraco, quase sem voz, me via brincar com a minha afilhada e dizia "minhas princesinhas" encho meus olhos de lágrimas ao lembrar do ocorrido, quando eu cheguei na porta do hospital e minha mãe disse "hoje ele está melhor" entrei porta a dentro e o me tiraram de lá rapidinho, ele estava passando mal, tendo uma grande recaida, sai de la correndo e fui pra casa, passei o dia inteiro sem comer, sem entrar na internet e sem ligar pra ninguem, fiquei olhando pra janela e pensando "lá se vai mais um".
Passou-se uma semana ou mais, e sai ele de cabeça erguida do hospital, quando eu chego pra almoçar e me deparo com um sorriso e um "Olha polaca, eu já tô melhor" caminhando de cabeça erguida, sem dar um passo em falso, de mãos dadas comigo, fomos até a sala, ficamos conversando, até que ele dormiu, e eu fui pra casa, totalmente melhor comigo mesma vendo que ele estava bem, realmente bem, pois é, ele continua fazendo quimioterapia e fisioteriapia, meu herói.
Sou fraca o suficiente pra ver um carinho de outra qualquer e me trancar no banheiro aonde quer que seja pra chorar, desabafar comigo mesma, as vezes, fico triste comigo por não ser boa o suficiente pra ser melhor que as amiguinhas dele, sim, sou ciumenta, de mais, talvez, por que agora ele é meu.
Chorar não me faz feliz, e não pensem que me cortar me faz feliz, porém, realmente me alivia, não que eu seja uma louca que queira ver sangue e tal, não, só por que eu sou ridicula, por que eu sou tão retardada, brigo comigo mesma as vezes por ser fraca e não conseguir perder manias do tipo, escutar alguma musica e chorar, ou principalmente, não aceitar uma despedida, seja ela qual seja, de um ente querido, ou de um amigo afastado, bom, desde pequena aprendi viver eu e minha mãe em um apartamento pequeno enquanto ela ia trabalhar e eu ficava na creche, morrendo de saudades dela e chorando enlouquecidamente como quando tiram um doce de uma criança, meu pai não foi um bom pai, digamos assim, bom, eles se separaram quando eu tinha 3 anos, todo mundo pensando "ah, ela não entende" sim, eu entendia, era um dos principais motivos de eu ser tão seca hoje em dia, minha mãe reclama que eu não sou carinhosa e estou sempre no mundo da lua, bom, após a saida super do nada do meu pai de casa, minha mãe chorava toda noite e eu com toda inocencia deitava na cama ao lado dela e falava "mamãe, tudo vai ficar bem". Meus avós sempre tão próximos, principalmente meu avô, que ocupou repentinamente o cargo de "pai". Passam anos e do nada, surge uma noticia, um tumor no cérebro que abala a familia, que abala principalmente a mim, que sempre fui tão dedicada a ser super carinhosa e fazer tudo oque ele pedia, não sei passar um almoço ou um dia sem ligar pra casa da minha avó pra ouvir a voz dele e saber se ele está bem, bom, quase sempre, ele fala que está tudo bem e pergunta como foi o meu dia, mas é dificil eu passar um dia ou não ir almoçar na minha avó apenas pra ficar o observando, bom, teve uma época, que pra mim foi uma das piores, quando ele não conseguia caminhar e pra tudo dependia das minhas tias ou da minha avó, fraco, quase sem voz, me via brincar com a minha afilhada e dizia "minhas princesinhas" encho meus olhos de lágrimas ao lembrar do ocorrido, quando eu cheguei na porta do hospital e minha mãe disse "hoje ele está melhor" entrei porta a dentro e o me tiraram de lá rapidinho, ele estava passando mal, tendo uma grande recaida, sai de la correndo e fui pra casa, passei o dia inteiro sem comer, sem entrar na internet e sem ligar pra ninguem, fiquei olhando pra janela e pensando "lá se vai mais um".
Passou-se uma semana ou mais, e sai ele de cabeça erguida do hospital, quando eu chego pra almoçar e me deparo com um sorriso e um "Olha polaca, eu já tô melhor" caminhando de cabeça erguida, sem dar um passo em falso, de mãos dadas comigo, fomos até a sala, ficamos conversando, até que ele dormiu, e eu fui pra casa, totalmente melhor comigo mesma vendo que ele estava bem, realmente bem, pois é, ele continua fazendo quimioterapia e fisioteriapia, meu herói.
Talvez eu não seja a garota ideal para um casamento dos sonhos, não entraria em um vestido de noivas, e se entrasse ficaria ridícula, sou tão eu ao ponto de não conseguir me acostumar com um presente repentino, tão repentino ao ponto de juntar dois seres que foram sempre tão distantes, digamos que não tão distantes, á todo tempo, conversando sobre tudo, sobre relacionamento, familia e etc. Enquanto ele ocupava o espaço de meu melhor amigo e ia, infelizmente ocupando o cargo de amor não correspondido, talvez, possa não ter sido correspondido aquele tempo, mas agora, se acostumar com um melhor amigo, que um dia foi teu amor de infancia, e ocupa repentinamente o posto de "namorado" como não estranhar? como aprender a viver assim? é estranho, pra mim, e deve ser pra ele também. Me acostumei a viver com outras pessoas, larguei tanta gente especial, não larguei definitivamente, tenho minhas recaidas, infelizmente, mas, como amar alguém tanto quanto eu amo aquele garoto, pois apesar de tudo, quando eu era pequena, uma dança dele com outra garota na escola já era o suficiente pra mim chorar e me irritar comigo mesma por não ter sido tão boa o suficiente pra ele. Por isso me pergunto, como de um dia para o outro, ele começa me amar? Bom, ele é a pessoa que mais me conhece em todo o mundo, me conhece tão bem quanto algumas das minhas amigas, porém, ele é tão fechado, e eu realmente, não o conheço tão bem, porém, eu amo o jeito dele, eu amo tudo nele, exatamente tudo, posso reclamar de qualquer baboseira, mas eu amo ele, do meu jeito esquesito e eu de amar, mas eu o amo.
Eu te amo.
Talvez, a dois anos atrás, estaria tudo diferente, minha vida e tudo mais, mas infelizmente, o tempo passou, e todo mundo mudou, principalmente quem eu não queria que mudasse, sim, estou me referindo a antigos amores, talvez, enquanto o tempo passava, eu deixava de te amar, mas nunca havia percebido isso, o tempo passou, meus pensamentos mudaram, minha vida em si mudou, estou diferente, saudades de um passado que não havia de existir, saudade de te amar? Talvez. Bom, eu ouso acreditar que realmente te amo, mas não saber demonstrar seja meu maior erro, não querer te ferir, sabendo que você tenha problemas demais para se preocupar comigo, talvez seja esse meu mau, me preocupar de mais, eu realmente te amo, eu amo estar perto de ti, amo ficar te observando, amo teu sorriso, amo ficar mechendo no teu cabelo e te encomodando, amo estar contigo. Se não fosse amor não haveria nem vontades, nem ciúmes, nem coração magoado. Eu sei que errei, eu sei que não soube demonstrar oque sentia, mas talvez, tenha percebido que não sei viver sem ti, depois de alguns ocorridos, esses pequenos desencontros e brigas fazem eu te amar mais, e desaprender cada vez mais a viver sem ti por perto. Eu te amo.
Assinar:
Postagens (Atom)
