sábado, 1 de setembro de 2012
“Uma vez perguntaram-me como é que eu podia ser
assim, viver desta forma e erguer a cada novo dia. Minha vida é cheia de
noites e dias iluminados pelos astros do céu, eu me inspiro a cada
dedilhar… Eu me perco dentro de mim e nunca me encontro. Deveria de
responder mil e uma coisas… Mas apenas disse que se vivo assim é porque minha ignorância - talvez se chame de coragem, quem tem coragem é ignorante - me permite dar um sorriso e uma lágrima quando eles querem ser sentidos.
Eu um dia morri, deixei que a morte me levasse e ela abraçou-me,
dizendo-me que a vida precisava ainda de mim. Eu fiquei, sorri e agora a
morte se tornou uma velha amiga, por vezes sopra, e eu a ouço… Ela
sempre me ensina algo novo.”
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